Sentimento Patriótico

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O patriotismo está em alta com a Copa do Mundo FIFA 2014 no Brasil. Considerando o futebol uma paixão nacional e sendo uma competição desportiva internacional, naturalmente vemos o aumento da euforia e sentimento de orgulho a pátria através da participação da seleção brasileira de futebol.

Por outro lado, vemos nas manifestações populares uma insatisfação emergente através de protestos contra o excesso nos gastos públicos em grandes eventos esportivos internacionais em detrimento a qualidade dos serviços públicos e corrupção generalizada. É um forte sentimento patriótico em defesa a nação, legitimando à democracia, e respeito a pátria.

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O patriotismo está presente na valorização da cultura, riquezas naturais e dos símbolos nacionais como, por exemplo, a Bandeira Nacional.

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O significado popular das cores da Bandeira Nacional tem o verde representando as matas, o amarelo as riquezas minerais, o azul o céu, o branco a paz e as estrelas simbolizam os estados brasileiros e o Distrito Federal. A frase “Ordem e Progresso” é de autoria de Augusto Comte, filósofo, fundador do positivismo, que significa: o Amor por princípio, a Ordem por base e o Progresso por fim.

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Em 2011 a bandeira do Brasil foi pintada no avião Embraer 195 da Azul Linhas Aéreas. O avião “Brasil” leva a frase: “Azul. É o Brasil lá em cima”. Confira o vídeo da pintura no avião da Azul.

Para exaltar este sentimento patriótico, no Hino à Bandeira temos este refrão:

Sobre a imensa nação brasileira, Nos momentos de festa ou de dor, Paira sempre sagrada bandeira, Pavilhão da justiça e do amor!

Enfim, que o Brasil seja mais uma vez campeão no futebol, mas verdadeiramente campeão do mundo na ordem e no progresso da nação.

Vídeo: Azul Linhas Aéreas

Cachoeira da Água Branca – Ubatuba

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Descemos a Rio-Santos em direção à praia da Maranduba, região sul de Ubatuba. Adentrando o Sertão da Quina avistamos, no alto da serra, uma queda de águas brancas, imponente. Nosso destino, Cachoeira da Água Branca.

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O rio Maranduba se avoluma captando água de seus afluentes que se soma a centenas de regatos e ribeirões que descem a serra. A trilha começa as margens da cachoeira da Renata e ao longo da caminhada cruza várias vezes o rio Água Branca.

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Quanto mais interior, mais bela e selvagem a mata se torna. Em terreno de Mata Atlântica, ao caminhar na crista de um morro se notou o som claro e transparente de dois regatos, um de cada lado, descendo a encosta.

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No caminho tivemos a oportunidade de presenciar a força da cachoeira da Queda Brava. Momento de descanso para depois seguir no trecho mais íngreme aonde se chega à base da cachoeira da Água Branca.

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Praticamente aos pés da serra e totalmente envolvida pela mata, a cachoeira despenca 300 metros de queda. Para ter uma visão diferenciada, seguimos atravessando o rio e subimos por uma encosta íngreme até chegar ao mirante.

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Defronte da imensa queda o vento batia com toda força. O mirante mostrava uma área reduzida que não permitia grandes movimentações. O jeito foi procurar uma parada segura, sentar no chão e apreciar encantado e calmamente aquele momento.

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Estupendo!

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Trilha do Garcez – Parque Estadual da Serra do Mar

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A Trilha do Garcez está localizada dentro do Parque Estadual Serra do Mar – PESM, Núcleo Santa Virgínia – Base Vargem Grande, município de Natividade da Serra / SP.

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Um lugar para contemplar a beleza natural da Serra do Mar caminhando às margens do rio do Jacu e rio Grande. O caminho dentro da floresta atlântica de planalto tem variação de altitude em torno de 230 metros e uma distância total de 6 km.

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Esta trilha conta com diversos atrativos naturais entre cachoeiras e poços para banho, como a cachoeira do Garcez, cachoeira do Pocinho, rio do Jacu e poços para banho ao longo do rio Grande.

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Dentro do parque é fácil encontrar árvores como Manacá-da-serra, Cedros, Palmeiras, Canelas, Araçás e Palmito Jussara. A fauna abriga uma diversidade de 146 espécies de aves endêmicas da Mata Atlântica e 67 espécies de mamíferos.

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Com um pouco de prática na observação do ambiente, pode-se ainda encontrar anfíbios e répteis usando do recurso da camuflagem para se proteger ou esconder dos predadores.

Local: Natividade da Serra / SP

Cenários Fantásticos – Desertos

A paisagem insólita abriga vida escondida de animais adaptados a falta d’água.

O sol nascente brinca com a sombra e luz na vegetação escassa. O solo desnudo, rachado, transforma terras baixas em planícies de sal.

Os ventos sopram e dunas nascem. Areias migratórias moldam montanhas de silhueta perfeita.

Os dias escaldantes dissimulam noites geladas. E tempestades de areia passam em velocidade descomunal!

Cenários Fantásticos são imagens incríveis deste nosso Planeta Terra de desertos, montanhas e geleiras, florestas, quedas-d’água.

Vídeo: José Carlos Monteiro

Corrida Endurance 50K – Paraty

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“Declaro, no perfeito uso de minhas faculdades mentais…. Assumindo todos os riscos envolvidos na participação e suas consequências…. Conheço meu estado de saúde físico e mental…”

E assim começa o termo de responsabilidade de uma prova de “endurance”. A primeira vez que li achei um exagero, mas tenho convicção que é muito mais que assinar um papel. É preciso plena consciência do seu estado físico-mental e dedicação aos treinos para estar apto ao desafio.

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Ser autossuficiente é fundamental neste tipo de prova. Além dos suprimentos disponibilizados pela organização, é prudente levar uma reserva para hidratação e reposição de nutrientes. Sem contar que nesta prova cada atleta levou um kit de segurança obrigatório.

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Na arena da largada era transparente a ansiedade de alguns atletas. Então, os atletas tomaram as ruas de pedra “pé-de-moleque” do centro histórico de Paraty contornando a Igreja Matriz em direção ao desafio dos 50 km.

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Deixando os casarões antigos para trás a corrida seguiu em direção a BR-101 sentido Ubatuba. Percorrido quilômetros no asfalto até sair por uma estrada de terra em direção ao interior da Serra do Mar.

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Caminhos de terra, trilhas em meio à mata, regatos e rios atravessaram. Morros intermináveis e descidas insaciáveis corroíam a resistência dos menos preparados. Atletas ficarem pelo caminho. Muitos resistiram ao calor e alta umidade do ar. Parecia insanidade, mas era obstinação, coragem e resiliência.

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Corrida que passou pela história antiga de um Brasil de rodas d’água que movimentaram engenhos de cana-de-açúcar e de belezas naturais como a APA do Cairuçú. Caminhos de natureza exuberante em meio a simplicidade de moradores humildes, de sorriso reservado, alguns mais acanhados outros mais prestimosos.

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Enfim, declaro perfeito uso de minhas faculdades mentais. Agradeço a companhia dos amigos de corrida. Celebro com o coração feliz e algumas dores musculares mais este desafio superado.

Fotos: Adventuremag – Wladimir Togumi.

Um Homem e uma Montanha

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“Atualmente todos vivemos em um mundo dominado pelas máquinas. Quase não restam em nosso deteriorado planeta espaços livres, onde possamos esquecer nossa sociedade industrial e testar, sem sermos incomodados, nossas faculdades e energias primitivas.

Em todos nós se esconde uma saudade do estado primogênito, com o qual podíamos calibrar-nos com a natureza e enfrentá-la, descobrindo a nós mesmos.

Aqui está basicamente a razão de não haver para mim uma meta mais fascinante que esta: um homem e uma montanha.”

Reinhold Messner

Pernoite na Macela – Cunha

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Como todo ano, começamos com as trilhas fáceis e por isso, não menos belas que as mais difíceis. Escolhendo a dedo um final de semana com lua cheia, seguimos para Cunha em direção a Pedra da Macela.

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Na rodovia Cunha – Paraty Km 66 saímos por uma estrada de terra ladeada por sítios. Após 4 km chegamos ao portão de FURNAS que mantêm no cume uma antena retransmissora. Deste ponto é proibido o acesso de veículos particulares.

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Mochilas prontas! Água suficiente para um dia. Roupa de frio de menos, comida demais e um bom vinho. Ótima previsão do tempo. Então, por uma estrada pavimentada seguimos 2 km de subida.

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Hora antes do crepúsculo, o céu anunciava o pôr do sol de um lado e a lua cheia do outro. Espetáculo à parte foi o nascer do sol atrás da Ilha Grande. O jeito foi parar tudo e contemplar cada momento.

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No topo a 1.840 m de altitude, a paisagem pode ser apenas um mar de nuvens. Entretanto, com um céu de brigadeiro, abriu-se uma vista espetacular das montanhas de Cunha, a histórica Paraty, Angra dos Reis, Ilha Grande e suas baías e ilhas.

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Ao retornar, deixamos o local onde acampamos igual como o encontramos. O lixo que produzimos no acampamento foi trazido conosco para descarte em local apropriado.

Boa semana!

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Corrida Igaratá 23K

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A própria organização descreve a prova Igaratá 23K como uma corrida não tão perto de São Paulo e nem tão longe, com uma distância não tão longa e nem tão curta, num percurso não tão fácil e nem tão difícil.

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Então se é assim fomos conferir in loco. Realmente uma prova para amantes da corrida em percurso misto, com asfalto, estradas de terra, muito morro e trechos margeando as águas da represa Jaguari.

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A largada da praça central de Igaratá desceu por uma estrada sinuosa até encontrar o início da subida em direção ao Morro Azul. O asfalto deu lugar a uma estradinha de terra com longos trechos íngremes num desnível de 400 metros em 3.5 km de extensão.

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A partir do topo, os próximos 6 km alternaram trechos planos e descidas constantes numa paisagem de campos verdes e bosques de eucaliptos. A estrada continuou descendo até margear a represa.

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A 7 km do final apareceu uma nova subida aparentemente menor que aquela do Morro Azul. Hora de manter o ritmo e tentar concentrar na prova e não nos incômodos que começaram a surgir.

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Um deles foi o calor. Com isso o jeito foi pegar mais de um copinho d’água nos postos de hidratação. Chegando de volta ao ponto onde a estrada encontra o acesso ao Morro Azul, começou o retorno a praça da cidade.

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Apesar de faltar pouco mais que 3 km, o final reservara uma última subida que parecia não ter fim. Nessa hora, a euforia dos visitantes e moradores locais presenteou cada corredor na superação da rampa final até o portal de chegada.

Corrida Treino – Dia de Longão

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Longão ou treino longo. Às vezes queremos fugir dele, mas se estiver inscrito numa prova de longa distância é fundamental tê-los em sua planilha de treino. Então faltando três semanas para a prova de Endurance 50K em Paraty, chegou o dia do último longão após quatro meses de treino.

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Era domingo, madrugada nublada, temperatura amena e garoa iminente. Com lanterna de cabeça e mochila com água, isotônico e gel energético, saímos do Centro Comunitário Alto da Ponte em direção a estrada do Sertãozinho.

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Depois seguimos pela estrada de terra conhecida como Walkilandia até a SP-050 que liga São José dos Campos a Monteiro Lobato. Após o Km 108 saímos por uma estrada atrás do Clube de Campo Cisne Real. Um percurso que alterna subidas, descidas e trechos planos.

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Com um ritmo suave, breves momentos para alimentação e hidratação, assim terminamos o treino com alguma energia reserva. Isso reduziu um pouco a intensidade, mas não alterou o resultado final de um longão de 38 km em quatro horas de treino.

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Longão é estratégia. Precisa acostumar o corpo a uma exigência física adicional para aumentar a resistência e desenvolver a mente para aguentar correr por mais tempo.

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Fotos: Website Corridas de Montanha