Campanha onde os animais passam por situações engraçadas ensinando sobre a preservação do meio ambiente e uso consciente da energia.
As animações são expressivas e falam por si só. Vale a pena conferir!
Vídeo: Animal Planet
Campanha onde os animais passam por situações engraçadas ensinando sobre a preservação do meio ambiente e uso consciente da energia.
As animações são expressivas e falam por si só. Vale a pena conferir!
Vídeo: Animal Planet
O amanhecer na serra de Piquete nos presenteou com os primeiros raios de sol e uma grande nebulosidade na subida das montanhas da Mantiqueira.
Chegamos ao Morro do Careca, a 1.608 metros de altitude, ainda sem visibilidade dos maciços. O caminho já anunciava as íngremes encostas rochosas.
Ao adentrar a trilha seguimos numa ascendente elevação. Passamos por uma sequência de três mirantes até atingir a cota 2.077 metros. Com ventos constantes as montanhas ao norte estavam à vista.
Iniciamos a subida do primeiro maciço. Como numa dança frenética as nuvens se dissipavam e acumulavam rapidamente. Após o segundo maciço atingimos o quarto mirante a 2.250 metros.
O dia cada vez mais bonito tornara a dificuldade da subida menos penosa. Ao chegar à nascente do ribeirão Passa Quatro, a 2.300 metros, seguimos numa sequência de escalaminhada até atingir o cume.
Ascendemos o Pico dos Marins a 2.421 metros de altitude. Faltando três horas para o crepúsculo tivemos todo o tempo do mundo para montar acampamento, preparar um saboroso café da tarde e registrar em muitas fotos aquele pôr do sol.
Ao entardecer registramos uma visão insólita do lado do Vale do Paraíba. Sobre o mar de nuvens formou uma grande sombra do Marins e logo acima a lua cheia já despontava no céu.
O vento gelado soprava suave e a temperatura mínima atingiu a marca de 2°C com uma sensação térmica menor. A meia-noite, os intrépidos saíram da barraca para apreciar a luz da lua que clareava fortemente o topo da montanha.
Durante a descida tivemos o privilégio de contemplar o aparente isolamento do Pico do Marinzinho, provocado pelo mar de nuvens, entre a Pedra Redonda, Pico do Itaguaré e mais ao fundo Serra Fina.
Ao retornar, deixamos o local onde acampamos igual como o encontramos. O lixo que produzimos no acampamento foi trazido conosco para descarte em local apropriado.
A Serra Fina situa-se na Serra da Mantiqueira. É uma das mais importantes cadeias de montanhas do Brasil. A porção maior localiza-se no município de Passa Quatro, e demais áreas, em Itanhandu, Lavrinhas, Queluz e Resende.
A Serra Fina tem um desnível topográfico com mais de 2.200 m do cume da Pedra da Mina à base da serra no lado do Vale do Paraíba. Como a encosta sul é muito íngreme e possui largura estreita ao longo de toda a crista da serra, daí vem o nome Serra Fina.
Ao Norte avista-se o Sul de Minas Gerais e as montanhas de Aiuruoca. Ao Sul vê-se a Serra da Bocaina. Na extremidade leste vemos o maciço de Itatiaia e a oeste o maciço do Marins – Itaguaré. A sudeste e sudoeste veem-se o Vale do Paraíba, da cidade paulista de Pindamonhangaba até a cidade carioca de Barra Mansa.
Este maciço acomoda uma dezena de montanhas acima de 2.400 m de altitude. Os destaques são Pedra da Mina (2.798 m), quarta montanha mais alta do Brasil, Pico dos Três Estados (2.656 m), ponto tríplice da divisa dos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro e Pico Capim Amarelo (2.491 m).
A melhor maneira de conhecer esta magnífica serra é fazer a travessia pelo espigão principal. Uma travessia de tirar o fôlego em todos os sentidos! Seja pelo alto grau de dificuldade, paisagens únicas e possibilidade de avistar inúmeras cidades do Vale do Paraíba, Sul de Minas e Grande Rio.
Esta travessia é isolada da civilização. Durante o verão chuvas fortes e raios atormentam a Mantiqueira. No inverno, devido a altitude, a temperatura atinge facilmente marcas negativas. Ventos constantes e rajadas são frequentes em qualquer estação do ano. A navegação pode ficar confusa em determinados pontos da travessia. A formação de neblina também dificulta a orientação. A água é escassa durante o percurso e deve ser racionada. Em caso de acidente grave a única saída rápida é através de resgate de helicóptero.
Para esta travessia é importante ter boa experiência em montanha, conhecimento de orientação e navegação, equipamento técnico, condicionamento físico e um bom planejamento e logística para garantir a segurança do grupo em uma das serras mais lindas e desafiadoras do Brasil.
Local: Passa Quatro / MG.
Os “trail runners” largaram cedo, da praça da matriz de São Bento do Sapucaí, para uma jornada desafiadora. A prova Volta do Baú é mais uma daquelas corridas de montanha para se divertir e testar os limites de quem gosta de correr em meio à natureza.
Uma prova de 30 km com lindas paisagens da Serra da Mantiqueira tendo como cenário principal o complexo rochoso do Baú. Um percurso para se conhecer as montanhas locais por estradinhas de terra e trilhas técnicas com aclives e declives generosos.
Amanheceu com neblina e logo após a largada despontou um belo dia ensolarado. Após atravessar o Bairro do Quilombo seguimos pela serra do lado esquerdo do vale, em uma longa subida. Caminhar foi inevitável e paradas para fotografar foram constantes.
Na descida para o fundo do vale se tem uma bela vista da Pedra do Baú. Logo atravessamos para o outro lado da serra. Neste ponto estava à metade do caminho e o início da segunda subida mais difícil da prova.
Na segunda serra, tentava dar passadas longas e corridas curtas para superar a subida aos pés do Baú. Deste ponto surgiram trilhas mais técnicas e com todo cuidado os obstáculos foram vencidos.
O percurso foi acima dos 1.700 metros de altitude quando corremos na trilha que vai até a Pedra Ana Chata. No meio da trilha descemos por dentro de uma mata por traz da Ana Chata e seguimos pela crista até cruzar um pasto e adentrar uma nova mata.
Numa descendente o percurso alternava um sobe e desce, como também, trilhas na mata e pastos até chegar ao Mirante do Cruzeiro. Finalmente de volta a praça da matriz.
Uma corrida de montanha excepcional que aliada a uma boa estratégia de prova, treino dedicado e muita perseverança resulta numa chegada alegre e sem grande exaustão.
Fotos: Kleber Luz e Wladimir Togumi – adventuremag
Paramos o carro próximo a um campo de futebol para iniciar a nossa jornada. O GPS marcava cota 15 metros e avistamos o nosso desafio que estava a 1.180 metros de altitude, o Pico do Corcovado em Ubatuba.
Após o campo de futebol seguimos a direita onde atravessamos um regato e na segunda bifurcação à esquerda entramos na mata. Atravessamos dois rios e continuamos na trilha a esquerda. Deste ponto adiante muito transpiração e diversão durante a subida íngreme.
Em uma hora de caminhada chegamos à cachoeirinha, local onde captamos água e ganhamos fôlego. Logo seguimos até o mirante na pedra da Igrejinha, espaço onde temos à primeira vista do litoral e da praia Brava, e também se avista o Corcovado.
De volta à trilha, o angulo da subida aumenta em um terreno repleto de raízes. Com a mochila cargueira nas costas a subida era a passos lentos até atingirmos uma clareira onde encontramos acesso a mais uma queda d’água.
Seguimos subindo e alcançamos mais uma clareira, mas desta vez na crista da serra. A cada passo ganhamos visões do interior da serra e do litoral norte. Neste lugar o caminho percorre uma vegetação com muitas bromélias.
No finalzinho, sobe-se um íngreme barranco usando a vegetação lateral como agarras. Então a crista se prolonga ao lado de um despenhadeiro. Do lado direito está a ponta do Corcovado e a esquerda encontramos o cume e um local protegido do vento para acampamento.
A natureza singular reservou um dia quente onde o sol poente trouxe uma grande sombra do pico aos pés da serra do mar. O calor se esvaiu. Para nossa surpresa a lua cheia acentuou o contorno da serra e ampliou as luzes vindas da cidade de Ubatuba.
Durante a madrugada fria o vento chegou forte e antes do amanhecer saltei para fora da barraca. Mais um esplêndido nascer do sol! Grato por mais um final de semana junto a uma natureza espetacular e aos amigos de fibra.
Ao retornar, deixamos o local onde acampamos igual como o encontramos. O lixo que produzimos no acampamento foi trazido conosco para descarte em local apropriado.
“Subi o ponto mais alto possível e olhei pro oriente. Raios de luz despontaram atrás das montanhas. O vento ainda doía à pele. Como numa pintura o quadro se encheu de luz vermelho alaranjado que inundou o amanhecer de mais um dia.”
“Correr é bom… e correr sem nenhum compromisso, correr pelo simples prazer de se sentir livre em contato com a natureza é tudo de bom. Vá em busca do que te dá prazer mesmo que tenha de sair de sua zona de conforto em busca de novos ares e experiências!”
Christian Kittler
Este vídeo mostra a simplicidade dos moradores do Gomeral, um lugarejo rural da cidade de Guaratinguetá – São Paulo, encravado na Serra da Mantiqueira.
Ventos do Gomeral é um vídeo documentário que mostra as curiosidades, costumes, tradições e belezas naturais desta localidade.
O nome tem origem da árvore Gomeira, que já foi muito comum na região, mas hoje, devido ao desmatamento, é mais facilmente encontrada em mata fechada.
Vídeo: Eduardo de Paula Santos
Local: Guaratinguetá / SP
O trekking ao Monte Roraima reservou surpresas inesquecíveis! A começar pela imponência deste tepui que tem um platô com uma superfície em torno de 40 km² cercado por falésias.
A chegada ao topo mostrou um ambiente bem diferente da savana e florestas tropicais que estão ao entorno. Este tepui foi escalado somente no final do século XIX por uma expedição britânica. Desde então, ocorreram diversas incursões para pesquisa de sua fauna e flora com alto grau de endemismo.
No hotel índio, local onde montamos acampamento, avistei um beija-flor pousando num arbusto. O que chamou atenção foi o som abafado do voo ligeiro do pássaro. Tentei fotografá-lo, mas a minha movimentação afugentou o beija-flor-do-tepui.
O seu habitat natural são florestas subtropicais e tropicais de baixa altitude. Como aquele pássaro conseguiu voar a uma altitude média de 2.700 metros? Outra surpresa é o tamanho em torno de três a quatro vezes maior que outros beija-flores.
Certamente aquela seria a primeira e última aparição, mas novamente algo inusitado aconteceu quando visitamos o El Fosso. Na busca de uma foto mais ampla, explorei os arredores subindo nas pedras que contornavam o local.
Na saída do El Fosso fiquei um pouco atrás para passar protetor solar e parei numa pedra. Num instante, surgiu o beija-flor-do-tepui de voo rápido e extremamente ágil. Fiquei extasiado, pois o animal ficou cara a cara, as vezes imóvel no ar ou fazendo manobras para frente e para trás.
Se não bastasse o bicho pousou na minha cabeça, na aba do boné. Alguns segundos pareceram uma eternidade! Fiquei imóvel, tentando sinalizar para que alguém vice aquela cena.
A natureza no tepui é generosa e fiquei muito grato pelas experiências vividas durante aqueles dias no platô do Monte Roraima. No entanto faltou a foto daquele esplêndido beija-flor-do-tepui.
Água é vida e o ciclo se renova!
O ciclo da água visto de uma forma muito criativa.
Vídeo: comercial premiado em Cannes