Pedra da Mina – Passa Quatro

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Pedra da Mina é a quarta montanha mais alta do Brasil com altitude de 2.798 metros. O cume está na divisa dos municípios de Passa Quatro, Queluz e Lavrinhas, entre os estados de Minas Gerais e São Paulo.

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Em 1955 o pico da Pedra da Mina foi conquistado a partir do bairro rural do Paiolinho. Naquela ocasião o registro de altitude foi 2.718 metros.

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Em 2000 o geógrafo Lorenzo Giuliano Bagini confirmou que a Pedra da Mina era aproximadamente 6 metros mais alta que o Pico das Agulhas Negras (2.792 m).

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Em 2004, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Instituto Militar de Engenharia (IME), através do Projeto Pontos Culminantes do Brasil, registrou oficialmente a Pedra da Mina como a montanha mais alta do estado de São Paulo e quarta montanha mais alta do Brasil.

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Na vertente da Pedra da Mina nasce o rio Claro e Verde. Isto prova o nome Mantiqueira, dado pelos índios, como “serra que chora” por causa da existência de inúmeras nascentes em sua encosta.

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Este trecho da Mantiqueira é conhecido como Serra Fina e detêm uma das mais belas e difíceis Travessia do Brasil. Enfim, a Pedra da Mina é uma referência de montanhismo no Brasil.

Local: Passa Quatro / SP

A Natureza está Falando – Oceano

A campanha “Nature is Speaking” (A Natureza está Falando) foi lançada pela organização ambientalista “Conservation International” em outubro de 2014.

Os sete vídeos abordam temas como Oceano, Água, Mãe Natureza, Floresta, Solo, Árvore e Recife de Corais.

Neste terceiro vídeo o ator Harrison Ford da voz à natureza. Ele diz que todos os seres vivos precisam dos oceanos, mas os seres humanos estão degradando-os sistematicamente.

O Oceano diz:

“Eles me envenenam, depois eles esperam que eu os alimente.”

Vídeo: Conservation International

Corrida Desafio 28 Praias 40K – Ubatuba

O Desafio 28 Praias foi superar 40 km no litoral de Ubatuba. Diversão garantida numa prova que teve duração máxima de nove horas.

Entre amigos de corridas de montanha, cada um partiu na categoria solo.

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O percurso é fantástico. Percorreu duas trilhas na mata atlântica da Serra do Mar, conhecidas como trilha das Sete Praias e trilha do Saco das Bananas, onde juntas somam aproximadamente 20 km de extensão. Não precisa nem dizer das inúmeras subidas e descidas em meio as trilhas single track.

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Em estradas de terra e asfalto foram cerca de 10 km e mais 10 km em trechos de praias. O percurso teve largada na Tabatinga e termino na praia Dura. A corrida passou pelas praias do Simão, Caçandoca, Pulso, Maranduba, Sapê, Pontal, Lagoinha, Peres, Bonete, Grande do Bonete, Cedro e Fortaleza.

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No 1º trecho percebi como o desafio seria difícil. A partir da largada na praia o percurso subiu por estrada de terra, trilhas em mata fechada e passagem rápida pela praia do Simão até chegar na Caçandoca.

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O 2º trecho reservou um pouco mais de praia, trilha, estrada de terra e a surpresa foi a travessia do rio Maranduba. Não resisti e atravessei na foz do rio, onde nem foi preciso nadar. Ótimo para refrescar!

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No 3º trecho a corrida foi todo em areia, da Maranduba até a praia da Lagoinha. Nesse ponto já tinha percorrido 23 km e os primeiros sinais de maior cansaço começaram a surgir.

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No 4º trecho alternou mais trilhas e praias, da Lagoinha até a Fortaleza. Então na praia do Cedro percebi meu ritmo de prova piorar. Como dizem os corredores, “faltou perna” no final. Na realidade faltou volume de treino e treinos longo para estar melhor preparado.

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Finalmente o 5º trecho foi de muito “trotinho” para superar a sequência de subidas em asfalto e depois percorrer os últimos 2 km até o final da praia Dura.

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A organização está de parabéns! A largada foi bem cedo e pontual. Ótima sinalização do percurso na indicação de galhos e árvores, pontos para não ultrapassar ou com risco de queda. O evento contou com muitos staffs e toda infraestrutura para atender os atletas.

Aos amigos, mais uma vez muito grato pela companhia! Aos mais preparados, parabéns! Enfim, mais uma vivência gratificante nos desafios em corrida.

As paisagens do percurso são exuberantes!

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Percurso: site Desafio 28 Praias Maratona de Revezamento

Gruta dos Fugitivos – Parque Estadual do Ibitipoca

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No Parque Estadual do Ibitipoca são encontradas mais de uma dezena de grutas de rocha de quartzito.

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As grutas abrigam uma rica fauna silvestre. Por ser um ambiente frágil o equilíbrio da fauna, flora e curso d’água ao entorno garantem a sua preservação.

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No início do século XIX há registros da população de moradores em Ibitipoca ser composta por uma parcela significativa de escravos.

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Devido as péssimas condições de vida e castigos cruéis, surgiram os quilombos. Algumas grutas da região do parque foram abrigos de escravos fugidios.

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O naturalista Saint-Hilaire cita a tentativa de estabelecer quilombos dentro de algumas grutas. Uma delas é a Gruta dos Fugitivos situado ao norte do parque.

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Local: Conceição do Ibitipoca / MG

A Natureza está Falando – Mãe Natureza

A Natureza está Falando são sete curta-metragem para chamar a atenção das pessoas para cuidar melhor do meio ambiente. A mensagem é:

“A natureza não precisa de pessoas. As pessoas é que precisam da natureza.”

Os vídeos são narrados por atores famosos como Penelope Cruz, Harrison Ford, Edward Norton, Robert Redford, Julia Roberts, Ian Somerhalder e Kevin Spacey; E os temas abordados falam sobre Mãe Natureza, Água, Oceano, Floresta, Solo, Árvore e Recife de Corais.

Este segundo vídeo com a atriz Julia Roberts mostra que a natureza não precisa das pessoas, mas nós dependemos dela para sobreviver.

A Mãe Natureza diz:

                                     “Suas ações vão determinar o seu destino. Não o meu.                                       Eu sou a natureza. Eu vou continuar…”

Vídeo: Conservation International

Nariz do Gigante – Pico do Itaguaré

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Dizem que o Pico do Itaguaré lembra um rosto humano e daí foi apelidado de “Gigante Adormecido” ou “Nariz do Gigante”.

Essa imagem pode ser vista de longe na rodovia Presidente Dutra onde a serra destaca o Pico dos Marins a esquerda e o Pico do Itaguaré no canto direito.

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O maciço do Itaguaré se desponta na Serra da Mantiqueira a 2.308 metros de altitude na divisa entre os municípios de Marmelópolis, Passa Quatro e Cruzeiro.

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Como as encostas são íngremes e escarpadas do lado do vale, o melhor caminho é subir a serra em direção a Passa Quatro e desviar por estrada de terra na zona rural de Cruzeiro.

O sábado amanheceu nublado e a previsão anunciava chuva no final da tarde. Foi preciso atenção com os horários para fazer o cume em um dia.

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Partimos de madrugada e pegamos um amigo em Cruzeiro que conhece muito bem a região de serra onde se localiza o Pico do Itaguaré.

Deixamos o carro numa clareira, à beira da estrada de Marmelópolis. A trilha atravessou riachos e seguiu mata adentro numa subida constante até atingir o primeiro maciço rochoso.

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Ao meio dia, o sol desapareceu entre nuvens. A ventania anunciava a necessidade de apressar os passos para evitar a tempestade que se aproximava.

A subida levou três horas e meia de trilha com “escalaminhada” no final. Lá de cima a visão é incrível! A leste temos a vista da Serra Fina e ao sul o município de Cruzeiro.

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A oeste se desponta o imponente Pico dos Marins e na crista outras elevações se destacam de oeste para leste, como o Pico do Marinzinho e Pedra Redonda.

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Até onde a vista alcança, pode-se ainda ver outras cidades como Cachoeira Paulista, Lorena, Guaratinguetá, Aparecida, Roseira e as montanhas de Marmelópolis e Passa Quatro.

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O retorno foi ligeiro, sem paradas. Assim conseguimos retornar com segurança ao ponto de partida. Evitamos uma provável tempestade magnética no cume.

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Bora para a próxima montanha!

Pico dos Marins – Piquete

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O Pico dos Marins está localizado na Serra da Mantiqueira, na divisa dos municípios de Piquete e Cruzeiro, no estado São Paulo. Sua altitude é de 2.420 metros acima do nível do mar.

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É um dos points do montanhismo e trekking no estado de São Paulo e no Brasil. Formado por um grande maciço rochoso com paredões e escarpas íngremes. Foi escalado pela primeira vez em 1911.

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Como parte desse maciço, na linha de cume, avista-se o Pico do Marinzinho, Pedra Redonda e Pico do Itaguaré. No maciço ao longe, avista-se a Serra Fina e a Pedra da Mina, seu ponto culminante.

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O trekking até o cume é considerado um dos mais bonitos do Brasil. Quanto ao grau de dificuldade pode-se dizer que é de médio a pesado com subida constante em terreno rochoso e “escalaminhadas” no trecho final.

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Evite subir com chuva e tempestades eletromagnéticas pois não existe abrigo para se proteger. A orientação fica limitada com a neblina que aparece com frequência.

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A temperatura chega facilmente abaixo de zero graus no inverno. Outro ponto de atenção são os fortes e constantes ventos. Procure ir com um guia experiente.

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Local: Piquete / SP