Corrida da Virada Joseense

Que tal uma corrida no último dia do ano?

E que não seja a famosa corrida de São Silvestre.

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A corrida da Virada Joseense na sua 6ª edição se tornou uma prova tradicional em São José dos Campos – SP.

Por ser uma corrida no mesmo dia, horário e distância da corrida de São Silvestre, a Virada Joseense tem distância de 15 Km, e também de 5 Km.

O percurso é na Estrada Municipal Pedro Moacir de Almeida, Vargem Grande, região norte da cidade, com largada e chegada no Clube de Campo Luso Brasileiro, onde avistamos belos campos e pastos.

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O evento tem tradição de receber atletas das cidades do Vale do Paraíba e de outros estados como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro entre outros.

A organização da prova é muito boa. Inclusive neste ano tivemos mesa de frutas para os atletas. Outro ponto alto é o astral da prova, com alegria e confraternização entre os participantes. Como são aproximadamente 1.200 atletas, temos uma corrida de qualidade, sem tumulto e atropelamento na largada.

O desafio dos 15 Km tem o agravante do calor e sol de dezembro. Por outro lado, o ganho de elevação não passa de 90 metros em terreno de asfalto.

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Enfim, aproveitamos este momento para relembrar e agradecer as oportunidades que recebemos e também quanto aos desafios superados. Nesse momento de passagem, renovamos nossa esperança no desejo de paz, saúde e prosperidade para podermos vislumbrar novos desafios.

Boas Festas e Feliz 2017!

Caminhar em Terras Primitivas – Parque Nacional da Serra das Confusões

“ Quem procura aventura, encontra sacrifício. Ambos precisam da medida certa da coragem. ”

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Caminhar na Serra das Confusões

É antes de tudo trilhar por terras primitivas da pré-história brasileira. É esconder do sol impiedoso e buscar as nuvens que chegam trazendo chuva, alagando o solo mirrado onde os cactos florescem e arbustos espinhentos se tornam novamente verdes. E assim o Marmeleiro resistente a seca usa suas raízes para buscar água nos caldeirões. O Umbuzeiro, uma dádiva do sertão, têm fruto que alimenta, copa larga que carrega sombra e aconchego; E raiz que armazena água. Do outro lado a vida selvagem fervilha na caatinga. Do alto, o Carcará espreita os Andorinhões que aos milhares voam em tropa, dando rasantes, para ao entardecer, entrar na toca. Na terra, o Soin sobe nos arbustos e o Macaco-prego curioso como é, desce a copa da árvore para nos ver. Nos costões rochosos o Mocó posa para foto. Enquanto que a Cutia, o tatu Peba e o Veado catingueiro param tranquilamente para beber água no poção da chuva. E por onde andam as onças? Certamente vamos aguardar o anoitecer para tentar avistá-las.

O Monge e o Macaco

Ragu é um jovem que para se tornar um monge terá que cumprir uma missão. Entretanto, a jornada lhe reservará um desafio que irá colocar em prova o verdadeiro valor da vida.

Excelente animação criada no Ringling College of Art and Design pelos alunos Brendan Carroll e Fancesco Giroldini.

Vídeo: Brendan Carroll e Fancesco Giroldini – Ringling College of Art and Design

Um Bode no Caminho – Parque Nacional Serra da Capivara

” É por isso que eu digo: faça sempre o seu melhor. “

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Tudo pronto para mais um desafio! Planejado nos detalhes com atividades dia-a-dia, check list de equipamentos revisado, contatos dos locais estabelecidos e negociados, atrativos naturais e culturais pesquisados, trilhas identificadas, duração e distancias confirmadas e equipe pronta.

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Então surge o inesperado…. Um bode atravessa nosso caminho. Diante do contratempo e somente danos materiais, foi preciso ir além para superar os erros e os medos.

A força superior se manifesta. As possíveis soluções estão tão próximas de nós quando mantido a calma, a confiança e a fé.

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” Ter a certeza que vai dar certo, manter a alegria e amor no coração, nos momentos difíceis, para garantir ‘a prova dos noves’ na matemática da vida. “

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O que vem do alto ajuda, mas nossa cooperação é essencial. Como temos o livre-arbítrio, a escolha é nossa. É necessário vontade, persistência e paciência.

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No final nos superamos para conhecer os Parques Nacionais Serra da Capivara e Serra das Confusões no semiárido da caatinga, interior do estado do Piauí.

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A vida é assim, os bodes estão soltos por aí.

Novos relatos em breve!

Quando Eu Cheguei Lá

” Quando eu cheguei lá era tudo floresta. A caatinga veio depois. Você tinha caatinga arbórea no planalto. Na planície era tudo floresta pau d´arco e aroeira. O rio Piauí corria, a cidade de São Raimundo tinha uns dez lagos cheios de garça e pássaros. Eu tenho foto de tudo isso… Na Serra da Capivara só tinha um pequeno povoado com cerca de cento e poucas famílias. Eles iam lá fazer roça, não moravam ali. Na Serra das Confusões não tinha ninguém. Era completamente vazio, era tudo mata atlântica. “

Arqueóloga Niède Guidon

Artigo ‘Muito além da pesquisa com Niède Guidon e Anne-Marie’ – Associação O Eco

Mar do Sertão

” Lá no velho Chico, existe a simplicidade diante de anos e anos de existência, fazendo parte de uma natureza aconchegante, onde almas saudosas se lavam nessas águas claras…

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É lá onde o silencio perpetua harmonizando canções ocultas que só os anjos daquele lugar se beneficiam ao escutar…

É o mar dos sertanejos, onde algumas palavras de sabedoria já foram ditas e ouvidas por anjos sem maldades e malícias. “

Maria José de Araújo