Pico do Baepi – Parque Estadual de Ilhabela

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O litoral norte de São Paulo reserva algumas montanhas fascinantes. Não é pela altitude, mas pela paisagem da mata que desce ao encontro do oceano formando encostas rochosas, praias e enseadas.

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Desde São Sebastião, durante a travessia da balsa ou até mesmo dentro da Ilhabela, o Pico do Baepi se destaca pelo enorme paredão rochoso com mais de 150 metros, chegando a 1.048 metros de altitude.

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O pico está localizado dentro da área do Parque Estadual de Ilhabela. A administração do parque preserva a trilha que leva ao topo do pico em três horas de caminhada. A distância total é aproximadamente sete quilômetros.

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A trilha do Pico do Baepi é toda sinalizada com placas de orientação e informações para educação ambiental. Não se engane achando que a trilha é fácil porque o caminho segue num aclive constante. Saindo da cota 200, são 850 metros de desnível até o cume.

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Com tempo limpo o visual é incrível tendo aos pés do pico a face urbana da ilha e suas enseadas. No canal de São Sebastião vemos desde pequenas embarcações até cargueiros e petroleiros.

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Do outro lado do canal, a cidade de São Sebastião com seu porto e o enorme terminal petrolífero. Ao Noroeste a enseada de Caraguatatuba e ao norte o litoral de Ubatuba.

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Local: Ilhabela / SP

Nossas Sementes de Hoje

Este vídeo mostra os desafios da sustentabilidade no meio ambiente em que nascemos, crescemos e morremos. A conscientização e ações efetivas em todos os setores da sociedade são fundamentais para a preservação da fauna, flora e principalmente da sobrevivência humana.

” Uma semente é vida latente, secreta, misteriosa, apaixonante.

Em todas as culturas a semente foi um símbolo transformador do futuro.

Quais são as nossas sementes de hoje? “

Confira este vídeo. Emocionante!

Fonte: Rio+20

Corrida Desafio em Montanha 21K – Campos de Jordão

Numa manhã gelada de maio subimos a Serra da Mantiqueira em direção a Campos do Jordão para mais um desafio em montanha.

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Isso mesmo, parecia mais um desafio do que propriamente uma corrida de montanha. Pura superação de nossos limites numa prova bastante técnica na distância de meia maratona.

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Dentre outros desafios em corridas de montanha em Campos do Jordão, como o Pico do Itapeva e Pico do Imbiri, desta vez seria o Pico do Diamante.

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O Pico do Diamante abriga apenas antenas e equipamentos de transmissão de uma emissora de televisão e proporciona uma vista espetacular do Vale do Paraíba numa altitude a 1.870 metros.

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O evento contou com aproximadamente 260 competidores de diversas partes do país e até mesmo de países como Alemanha e Espanha.

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A responsabilidade foi grande para cumprir o percurso com segurança considerando os desníveis em terreno acidentado em campo aberto, trilha na mata e estrada de terra.

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Fotos: Ricardo Morgado

Vale do Silêncio – Patagônia

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Iniciamos a subida em direção ao Vale Ascencio e me vinha à lembrança que o Paso de Los Vientos estava próximo. Realmente as fortes rajadas de vento nos deixaram alerta na descida ao Refugio Chileno.

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Degustamos algumas amêndoas e descansamos para subir em direção ao acampamento Torres. Para nossa alegria o acampamento não estava cheio e conseguimos um bom local para montar as barracas e preparar o jantar.

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Como o dia patagônico é longo, eu e mais um amigo resolvemos explorar o Vale do Silêncio. A estratégia foi avançar até duas horas de caminhada, controlando o horário de retorno para estarmos de volta ao pôr do sol.

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Iniciamos a trilha margeando o rio Ascencio dentro de um típico bosque patagônico. Encontramos inúmeras “lengas”, uma espécie arbórea, derrubadas pelo vento. Na caminhada tranquila chegamos ao acampamento Japonês que é usado por escaladores.

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A trilha avançou sobre uma encosta entre pedras soltas até atingir um caminho nivelado. Todo este trecho contornou o Cerro Nido de Condor. Para nossa surpresa encontramos uma belíssima flor naquele lugar inóspito.

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Ao adentrar o Vale do Silêncio, o isolamento do lugar é tomado por uma visão de montanhas nevadas e um rastro do degelo indicado por grandes faixas de pedras.

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À primeira vista temos o Cerro Tridente e depois os gigantes Cerro Escudo e mais à esquerda o Cerro Fortaleza. O vale se fecha como um grande anfiteatro tendo às costas de Torres del Paine escondidas à esquerda.

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Com o anuncio do pôr do sol refletindo nas montanhas e um vento gelado assolando nossa resistência, havíamos chegado ao nosso limite.

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Assim garantimos o resto da luminosidade daquele dia para retorno com segurança ao acampamento Torres.

Reserva Ecológica da Juatinga – Travessia Oratório-Juatinga-Cajaíba-Mamanguá

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A Reserva Ecológica Estadual da Juatinga foi criada em 1992 e também é parte integrante da Área de Proteção Ambiental do Cairuçu.   

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A Ponta da Juatinga tem elevada importância na proteção dos atrativos naturais de grande beleza cênica composta por uma fauna e flora ameaçada de extinção, o farol e atrativos culturais de populações representantes da cultura caiçara tradicional.

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Por terra, ou pelo mar, chegamos a praia do Sono. Na década de 60, centenas de famílias caiçaras viviam da pesca artesanal e da agricultura. Atualmente algumas dezenas de famílias vivem dos campings, turismo de verão e feriados prolongados.

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A travessia percorre as praias dos Antigos, Antiguinhos e Galhetas, locais de acampamento proibido. Na praia da Ponta Negra a história diz que numa canoa de voga quatro homens aportaram por lá e fundaram o vilarejo.

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O desafio é seguir adiante na trilha mais íngreme e longa da travessia. Local ímpar de trilha na Mata Atlântica até a bela Cairuçu das Pedras. O caminho ainda reserva a beleza do Saco das Enchovas até a praia Martim de Sá.

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A travessia tem seus desafios recompensados pela natureza exuberante, pessoas simples e que amam a natureza como a Branca na Ponta Negra, o Sr. Apricho no Cairuçu e o Sr. Maneco na Martim de Sá.

Esta travessia percorreu a Ponta da Juatinga, Enseada da Cajaíba, Saco do Mamanguá até Parati Mirim.

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Local: Parati Mirim / RJ

Homo Sapiens

Homo sapiens, do latim “homem sábio”.

Esta animação “Man” de Steve Cutts, um artista especializado em ilustração e animação, mostra uma crítica ao ser humano que chegou à Terra há pouco tempo e apesar de ser considerado um animal racional consegue destruir quase tudo que vê pela frente.

Nem tudo está perdido, muitos movimentos governamentais e sociais, ao redor do planeta, atuam em prol da busca de uma melhor relação entre o homem sábio, o meio ambiente e todos os outros seres vivos da Terra.

Confira este curta:

Animação: “Man” – Steve Cutts

Flores da Montanha – Parque Nacional de Itatiaia

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Um final de semana especial na região elevada do planalto de Itatiaia, entre caminhadas e pela riqueza florística dos campos de altitude.

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O Parque Nacional do Itatiaia se destaca pela Floresta Ombrófila Densa ou Floresta Pluvial Tropical e na parte mais elevada do planalto ocorrem os Campos de Altitude.

Uma curiosidade, o termo Ombrófila, de origem grega, como Pluvial, de origem latina, ambas significam “amigo das chuvas”.

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Além do predomínio de gramíneas, também ocorre grande número de bromélias, orquídeas, cactos e líquens.

A flora dos Campos de Altitude é considerada extremamente especializada para suportar o frio do inverno e ventos constantes.

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Os campos e arbustos são substitutos da floresta a partir de 1.600 metros de altitude, quando as condições ambientais não permitem a evolução de árvores. Tudo dentro de um relevo intricado entre vales, grotas e vertentes de grandes variações de altitudes e temperaturas.

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Esta verificação ocorreu em um final de semana de maio quando as temperaturas entram em declínio gradual com o fim do outono e chegada do inverno.

O caminho percorrido nos levou ao Morro do Couto que está entre as dez maiores elevações rochosas brasileiras.

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“A natureza é perfeita. As árvores podem estar retorcidas de um modo estranho ou faltarem pétalas na composição de uma flor. No final das contas a natureza é sabia em suas revelações.”

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Trilha do Bauzinho – São Bento do Sapucaí

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A Pedra do Bauzinho, do alto da serra da Mantiqueira, protegido pela natureza, cercado de matas, este imponente granito a 1.760 metros de altitude é parte do Complexo Rochoso Pedra do Baú.

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O acesso é por uma trilha na mata do Bauzinho, que está ao lado da Pedra do Baú, em São Bento do Sapucaí. A caminhada inicia num campo aberto inclinado e à medida que caminhamos fica evidente a subida na encosta protegida pela mata onde um descanso e fotos são obrigatórios.

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Após aproximadamente duas horas de caminhada, o Bauzinho defronta-se com a fantástica formação rochosa do Baú e no fundo do vale observa-se o município de São Bento do Sapucaí.

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Avista-se também o belo vale do Paiol, uma exuberante serra entre São Paulo e Minas Gerais. No retorno, o caminho contorna a Pedra do Baú pela mata onde podemos ver as famosas escadinhas de ferro, tanto do lado de Campos do Jordão como de São Bento do Sapucaí.

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Local: São Bento do Sapucaí / SP