Nariz do Gigante – Pico do Itaguaré

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Dizem que o Pico do Itaguaré lembra um rosto humano e daí foi apelidado de “Gigante Adormecido” ou “Nariz do Gigante”.

Essa imagem pode ser vista de longe na rodovia Presidente Dutra onde a serra destaca o Pico dos Marins a esquerda e o Pico do Itaguaré no canto direito.

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O maciço do Itaguaré se desponta na Serra da Mantiqueira a 2.308 metros de altitude na divisa entre os municípios de Marmelópolis, Passa Quatro e Cruzeiro.

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Como as encostas são íngremes e escarpadas do lado do vale, o melhor caminho é subir a serra em direção a Passa Quatro e desviar por estrada de terra na zona rural de Cruzeiro.

O sábado amanheceu nublado e a previsão anunciava chuva no final da tarde. Foi preciso atenção com os horários para fazer o cume em um dia.

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Partimos de madrugada e pegamos um amigo em Cruzeiro que conhece muito bem a região de serra onde se localiza o Pico do Itaguaré.

Deixamos o carro numa clareira, à beira da estrada de Marmelópolis. A trilha atravessou riachos e seguiu mata adentro numa subida constante até atingir o primeiro maciço rochoso.

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Ao meio dia, o sol desapareceu entre nuvens. A ventania anunciava a necessidade de apressar os passos para evitar a tempestade que se aproximava.

A subida levou três horas e meia de trilha com “escalaminhada” no final. Lá de cima a visão é incrível! A leste temos a vista da Serra Fina e ao sul o município de Cruzeiro.

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A oeste se desponta o imponente Pico dos Marins e na crista outras elevações se destacam de oeste para leste, como o Pico do Marinzinho e Pedra Redonda.

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Até onde a vista alcança, pode-se ainda ver outras cidades como Cachoeira Paulista, Lorena, Guaratinguetá, Aparecida, Roseira e as montanhas de Marmelópolis e Passa Quatro.

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O retorno foi ligeiro, sem paradas. Assim conseguimos retornar com segurança ao ponto de partida. Evitamos uma provável tempestade magnética no cume.

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Bora para a próxima montanha!

Pico dos Marins – Piquete

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O Pico dos Marins está localizado na Serra da Mantiqueira, na divisa dos municípios de Piquete e Cruzeiro, no estado São Paulo. Sua altitude é de 2.420 metros acima do nível do mar.

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É um dos points do montanhismo e trekking no estado de São Paulo e no Brasil. Formado por um grande maciço rochoso com paredões e escarpas íngremes. Foi escalado pela primeira vez em 1911.

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Como parte desse maciço, na linha de cume, avista-se o Pico do Marinzinho, Pedra Redonda e Pico do Itaguaré. No maciço ao longe, avista-se a Serra Fina e a Pedra da Mina, seu ponto culminante.

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O trekking até o cume é considerado um dos mais bonitos do Brasil. Quanto ao grau de dificuldade pode-se dizer que é de médio a pesado com subida constante em terreno rochoso e “escalaminhadas” no trecho final.

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Evite subir com chuva e tempestades eletromagnéticas pois não existe abrigo para se proteger. A orientação fica limitada com a neblina que aparece com frequência.

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A temperatura chega facilmente abaixo de zero graus no inverno. Outro ponto de atenção são os fortes e constantes ventos. Procure ir com um guia experiente.

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Local: Piquete / SP

A Natureza está Falando – Água

A campanha “Nature is Speaking” (A Natureza está Falando) foi lançada pela organização ambientalista “Conservation International” em outubro de 2014.

A Natureza está Falando são sete curta-metragem para chamar a atenção das pessoas para cuidar melhor do meio ambiente. A principal mensagem é:

“A natureza não precisa de pessoas. As pessoas é que precisam da natureza.”

Os vídeos são narrados por atores famosos como Penelope Cruz, Harrison Ford, Edward Norton, Robert Redford, Julia Roberts, Ian Somerhalder e Kevin Spacey; E os temas abordados falam sobre Água, Mãe Natureza, Oceano, Floresta, Solo, Árvore e Recife de Corais.

Este primeiro vídeo com a atriz Penélope Cruz fala sobre a água doce que sustenta a vida no planeta e que está cada vez mais limitada.

A Água diz:

“Onde os seres humanos vão me achar quando existirem bilhões deles a mais por aí?”

Vídeo: Conservation International

Circuito Couto Prateleiras – Parque Nacional de Itatiaia

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Esta pequena travessia, conhecida como Circuito Couto Prateleiras, é uma das mais belas do Parque Nacional de Itatiaia. De fácil acesso, possibilita subir o Morro do Couto (2.680 m) e Prateleiras (2.548 m) em um único dia.

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Lembrando que para subir Prateleiras com segurança é importante usar equipamento básico de escalada. No caso do Morro do Couto a subida final fica por conta de uma boa escalaminhada.

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Desta vez saímos e retornamos para o Rebouças, local do nosso acampamento. Avançamos rapidamente pela estradinha de terra e no estacionamento subimos à esquerda até encontrar o início da trilha para o Morro do Couto.

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Como em outras trilhas do parque, temos a visão de importantes montanhas da serra da Mantiqueira. É uma explosão de paisagens panorâmicas e montanhosas.

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Primeiramente avistamos a Serra Fina e Pedra da Mina. Na travessia, temos a visão da Pedra do Altar, Asa do Hermes, Pico das Agulhas Negras, Pedra Assentada, Pedra da Maça, Pedra da Tartaruga e Prateleiras.

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Ainda temos uma panorâmica do planalto de Itatiaia onde se encontra o Abrigo e Camping Rebouças. Avistamos também a Parte Baixa do parque, e do outro lado do vale, a Serra do Mar.

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Simplesmente um longo e prazeroso dia, onde caminhar foi apenas um pretexto para fotografar, papear com os amigos e acampar a 2.500 metros de altitude.

Estamos Todos Conectados

Esta pequena animação de apenas um minuto resgata uma lei natural chamada “causa efeito”, e assim estamos todos conectados.

Filme da World Wildlife Fund (WWF) e produção da TroublemakersTV, revela a interdependência de todas as coisas materiais ou imateriais.

Indo além… Pensamentos, palavras e ações, boas ou más, criam causas e consequentemente produzem seus efeitos… Bons ou maus.

Boa conexão!

Vídeo: TroublemakersTV

Pedra do Forno – Gonçalves

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Que tal caminhar por uma trilha em mata preservada, encontrar samambaiaçus e no final, em um trecho de rocha, atingir o topo da montanha sem maiores dificuldades. No cume avista-se os campos e montanhas de Gonçalves, região de Campos do Jordão e Monte Verde.

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A Pedra do Forno está 1.970 metros de altitude onde encontra-se uma capelinha e um cruzeiro. Com tempo bom pode-se avistar a Pedra Bonita, Pedra do Baú, Pedra de São Domingos e Pedra Chanfrada.

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O retorno se faz pela mesma trilha conferindo mais uma vez a beleza natural do caminho. Em uma hora de caminhada retorna-se a 1.600 metros de altitude e parada estratégica para almoço num tradicional restaurante mineiro.

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Uma trilha fácil onde à caminhada é apenas um bom motivo para contemplar a natureza e degustar a saborosa culinária mineira.

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Local: Gonçalves / MG

Correr é Preciso

” Não importa o caminho, correr é preciso.

Para ir longe é preciso silenciar os pensamentos e sentir o coração bater mais forte.

Para chegar é preciso começar e celebrar cada passo como uma dádiva.

Para superar é preciso perseverança e vontade.

Correr é preciso. “

Assista este vídeo “Yo corro, Yo vuelo”.

Vídeo: Sebastián Lucero

Janela do Céu – Parque Estadual do Ibitipoca

“No final do curso d’água a corredeira se acalmou. Uma abertura natural na rocha anunciou luz e vento. Uma janela se abriu no céu e a queda abrupta interrompeu a caminhada. Então a imaginação voou longe até as colinas.”

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Após café da manhã reforçado e mochila de ataque pronta, saímos para um longo dia de caminhada no Parque Estadual do Ibitipoca.

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Seguimos pela escarpa ao Leste em direção ao Pico do Pião. No caminho bem demarcado atravessamos o córrego do Monjolinho e subimos os campos rupestres em meio às trilhas de pedras.

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Como o parque tem formato de uma ferradura, o caminho seguiu no sentido anti-horário. Nosso destino era chegar à belíssima queda d’água conhecida como Cachoeirinha e finalizar na Janela do Céu, outra imponente cachoeira.

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Entre subidas e descidas por caminhos de pedra, areia e vegetação repleta de cactos, chegamos à borda de um desfiladeiro. Esforço recompensado pela vista sem fim das montanhas mineiras.

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Descemos até a Cachoeirinha que apesar da pouca água, apresenta uma ducha gelada e uma pequena praia de areia branca. Parada obrigatória para apreciar este pedacinho do paraíso.

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Finalmente seguimos as corredeiras do pequeno cânion. O caminho termina numa abrupta queda d’água chamada de Janela do Céu. Com todo cuidado chegamos à borda e no mirante ao lado.

“ Como a prosa estava boa, parávamos a cada curva, gruta ou mirante. Após o Pico do Cruzeiro relembramos a estória de um visitante que se deparou com uma onça exatamente onde estávamos naquele entardecer. ”