” O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.
A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. “
Luís Fernando Veríssimo
Da série Caçadores da Alma, este episódio mostra em imagens e palavras o que estes fotógrafos de natureza pensam sobre o mundo natural.
São como desbravadores, da beleza da flora e fauna, dos perigos da vida selvagem, da humanidade nos limites da sobrevivência e da luta contra a poluição.
Da realidade expressa em “clics”, seja de instantes congelados da alegria da natureza ou da tristeza em registrar a natureza morta.
Neste episódio temos a participação de Antonio Saggese, Araquém Alcântara, Christian Cravo, Custódio Coimbra, Evandro Teixeira, Izan Petterle, Ricardo Azoury e Robinson Roberto.
Vídeo: Série Caçadores da Alma de Silvio Tendler
Loquinhas é uma fazenda, propriedade particular, transformada para o ecoturismo. Distante apenas 4 km do centro de Alto Paraiso de Goiás.
O local visa proteger o meio ambiente e despertar o amor a natureza. Excelente para meio dia de passeio, para relaxar e meditar. Fácil acesso para adultos e crianças.
O nome loca vem de toca debaixo d’água devido aos poços que se formam das cascatas e cachoeiras, de água cor esmeralda ou esverdeada.
Os acessos são por trilhas suspensas na mata, em passarelas de madeira, que margeiam os córregos Passa Tempo, Santana e Águas Claras.
Na trilha Violeta são 3 poços e no final a Cachoeira das Esmeraldas. Na trilha Rubi são encontrados 3 poços. Na trilha Loquinhas são 7 poços e o último é o belo Poço do Sol.
Todos os poços são ótimos para banho e ficam cheios na estação das chuvas. Enquanto que na estiagem alguns chegam a ficar secos.
Local: Alto Paraiso de Goiás / GO
Que a felicidade não dependa do tempo, nem da paisagem, nem da sorte, nem do dinheiro.
Que ela possa vir com toda simplicidade, de dentro para fora, de cada um para todos.
Que as pessoas saibam falar, calar, e acima de tudo ouvir.
Que tenham amor ou então sintam falta de não o ter.
Que tenham ideais e medo de perdê-lo.
Que amem ao próximo e respeitem sua dor.
Para que tenhamos certeza de que:
“ Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade. ”
Carlos Drummond de Andrade
FELIZ ANO NOVO !!!
” A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal…
Quando se vê, já terminou o ano…
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram cinquenta anos! Agora é tarde demais para ser reprovado…
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas…
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo…
E tem mais:
Não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará. “
Mario Quintana
O Pico do Selado está localizado entre os distritos de Monte Verde, em Camanducaia / MG, e São Francisco Xavier, município de São José dos Campos / SP.
Numa sequência de montanhas rochosas da Serra da Mantiqueira temos o Pico do Selado como ponto culminante a 2.080 metros de altitude.
O acesso pode ser feito por trilhas, tanto pelo lado de Monte Verde como por São Francisco Xavier.
O grau de dificuldade de cada lado está nas distâncias, inclinação, tipo de terreno e trilhas quase todas autoguiadas.
Pelo caminho mais longo, segue a trilha do Jorge numa travessia de São Francisco Xavier até Monte Verde e depois até o Platô, para então seguir na trilha que chega ao pico.
Outra opção é seguir pela mesma trilha, desviar para a Pedra da Onça, seguir para Pedra Partida sentido Pedra Redonda, Chapéu do Bispo até o Platô e de lá subir até o pico.
Em qualquer destes dois caminhos, será uma longa jornada com mochila cargueira para fazer pernoite e voltar no dia seguinte.
Considere ainda que o trecho da Pedra da Onça até a Pedra Partida não é toda autoguiada.
Outra opção é pelo lado de Monte Verde. Começar a caminhada pela trilha do Platô, no final da rua da Mantiqueira, ou pela trilha do Chapéu do Bispo, no final da avenida das Montanhas.
Neste caso ambos chegarão ao Platô e depois até o pico. Com uma mochila de ataque pode-se aproveitar bem o dia saindo cedo para voltar ao entardecer.
Em termos de duração de ida e volta, a estimativa é de 15 horas pelo lado de São Francisco Xavier e 5 horas pelo lado de Monte Verde.
As paisagens desta parte da Serra da Mantiqueira são de tirar o fôlego com visão 360 graus das montanhas do sul de Minas e de São José dos Campos.
Abordaremos as travessias, de São Francisco Xavier a Monte Verde e Serra dos Poncianos, em outros posts.
Local: Serra da Mantiqueira / Monte Verde e São Francisco Xavier
Do original em inglês “HOME”, este documentário de 2009 é pura aula de ciência, geografia, história e muito mais.
” TERRA, nossa casa, nosso lar.
Lar é sinônimo de harmonia, onde as pessoas vivem e sentem-se bem.
Para refletir no que estamos transformando o nosso LAR. “
Imperdível!
Produção – Europacorp e Elzevir Films. Escritores – Isabelle Delannoy, Yann Arthus-Bertrand, Denis Carot, Yen Le Van e Tewfik Fares.
O Cerrado e Caatinga são as savanas brasileiras. O Cerrado abrange os estados de Goiás, Tocantins, Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí, Distrito Federal e Minas Gerais.
O Cerrado é o segundo maior bioma brasileiro, porém uma grande parte já foi destruído pela ocupação humana através das cidades, plantações monoculturas, pecuária intensiva, carvoarias, atividade madeireira e mineradora; E frequentes queimadas.
A biodiversidade do Cerrado está fortemente ameaçada de extinção, como também, o fim de grandes mananciais de água que abastecem importantes rios brasileiros.
O Cerrado é o bioma com o menor percentual de áreas com proteção entre as unidades de conservação de proteção integral e de uso sustentável no território brasileiro.
Preserve este importante bioma. Veja o vídeo:
Vídeo: Filipe Machado
Encontramos o guia Chico Bento e mais alguns aventureiros para explorar o Vale Encantado no Gomeral.
O dia ensolarado anunciava uma muralha naquela visão da serra. Olhando a mata de longe parecia quase que vertical.
Em trinta minutos de caminhada chegamos ao ribeirão do Gomeral. A caminhada em trilha molhada adentrou um cânion estreito repleto de cascatas, cachoeiras e poços.
De cenários incríveis, subimos leitos rochosos as margens de águas geladas onde raios de sol abriam clareiras de luz e calor em meia a mata escura e fria.
A trilha na mata fechada dava lugar a leitos de pedra e de pequenas encostas rochosas onde o uso de corda se fez necessário.
O encanto estava presente nos contrastes entre luz e trevas, claro escuro, calor e frio, água e pedra. Um lugar singular e ao mesmo tempo exuberante!
Das altas paredes rochosas, o musgo verde escorria pela encosta, e dele brotavam fios d’água. Cascatas escorriam e uma névoa se fazia presente em forma de gotículas. A densa vegetação aflorava em equilíbrio.
A contemplação se fez presente.
No final, as paredes do cânion fecharam num singelo regato.
Deixando o olhar subir pelas paredes íngremes, a luz se escondia na copa das árvores.
Em minutos, com o sol a pino, a luz caminhou lentamente das árvores e desceu a parede rochosa até atingir as pedras onde estávamos.
Um véu de luz se abriu e fechou ao longo do caminho.
Uma caminhada onde é preciso estar preparado para andar sobre pedras em uma trilha molhada.
” A compaixão, a gentileza, a generosidade, a disciplina cotidiana, o fato de precisar merecer as coisas, de ser responsável pela sua integridade, o fato de que existe uma diferença entre prazer e felicidade.
O prazer é instantâneo, a felicidade dura, então, é melhor escolher ser feliz.
Pegue o que é importante para você, concretize isso e livre-se do resto. “
Dalai Lama