Monte Roraima

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Através dos tempos, as lendas são a tradição oral dos povos através dos fatos, às vezes reais, históricos ou fictícios, repassados de geração a geração, que tornam a narrativa fantasiosa, em resquícios ancestrais e produto da imaginação popular.

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As lendas brasileiras se espalham por todo o país. Na região norte temos algumas diretamente influenciadas pela fauna e flora da região amazônica. A lenda do Monte Roraima é uma delas. O tepui está localizado na tríplice fronteira entre Brasil, Guiana e Venezuela.

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A lenda do Monte Roraima surgiu na tribo dos índios Macuxi que habitavam a região da Amazônia venezuelana.

Conta que antigamente não havia nenhuma elevação naquelas terras. Muitas tribos indígenas viviam naquela área plana e fértil onde a caça, a pesca e outros frutos eram abundantes.

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Porém, num dia, nasceu uma bananeira, uma árvore que não existia naquelas paragens. Tornou-se rapidamente viçosa e cheia de belos frutos amarelos. Um recado divino foi dado aos pajés: ninguém poderia tocá-la, pois aquele fruto era sagrado. Se alguém o fizesse, inúmeras desgraças aconteceriam ao povo daquela terra.

Olha que já ouvimos uma estória muito similar, mas o fruto proibido era outro.

E assim…

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Todos deveriam obedecer ao aviso dado. Porém, ao amanhecer de certo dia, a tribo percebeu que haviam cortado a árvore. Então a natureza revoltou-se. Trovões e relâmpagos deixaram todos assustados. Os animais fugiram. E do centro da mãe Terra surgiu o Monte Roraima, elevando-se imponente até o céu.

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O folclore popular diz que até hoje o monte “chora” pela desobediência do sagrado. Este “choro” é devido ao grande volume de precipitações anuais, cascatas e cachoeiras que despencam do paredão.

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No trekking do Monte Roraima somos desafiados pelas intempéries, em caminhos  onde nossa visão vão além das paisagens exóticas, onde as energias da natureza são manifestadas em cada canto da terra, na água e no ar!

Local: Paraitepuy / Venezuela

Trilha das Sete Fontes – Ubatuba

Um lugar especial para se caminhar sem pressa, apreciando a mata e o mar…

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Esta trilha revela um tesouro natural da Mata Atlântica em água transparente de um oceano calmo de cor verde azulada. Ponto de encontro para os que sabem apreciar a natureza!

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Para desfrutar de perto este paraíso, a caminhada tem início no Saco da Ribeira, em direção à praia da Ribeira. Do píer do Saco da Ribeira saem as embarcações para o Parque Estadual da Ilha Anchieta.

Na praia do Flamengo vale a pena uma parada para banho de mar. Local de praia tranquila que propicia um bom mergulho livre.

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De volta à trilha, a subida do morro esconde um paraíso perdido entre muitas estórias do nome do lugar. Segundo contam os antigos caiçaras, há muito tempo atrás à beira mar, havia apenas uma fonte, porém ao longo do ano ela se dividia e aparecia em sete lugares diferentes na praia. Hoje em dia não há vestígios das sete fontes, por outro lado, deixa a certeza que o lugar ainda esconde um pedacinho do paraíso.

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A praia das Sete Fontes abriga famílias caiçaras que além da conversa de quem vive da sabedoria do vento e do tempo, também oferecem um bom peixe preparado na hora.

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Local: Ubatuba / SP

Pico Queixo da Anta – São Francisco Xavier

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O Pico Queixo D’Anta ou também como é conhecida na região, Serra do Queixo da Anta ou Focinho da Anta, tem o maciço rochoso em destaque na típica paisagem da Mantiqueira.

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Em direção a São Francisco Xavier e próximo ao bairro dos Remédios, saímos do asfalto por uma estrada de terra até uma propriedade particular onde temos acesso à trilha. A serra do Queixo da Anta está na divisa com o município de Sapucaí Mirim – MG.

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A trilha começa em terreno pouco íngreme em mata aberta, e vai ficando mais fechada na medida em que subimos a encosta da montanha. Em meia hora de caminhada é bom repor água no cantil para não faltar quando a trilha ficar mais íngreme no trecho final.

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Na subida forte vamos passar por tocas de pedra e bromélias, chegando à parte da trilha de pedra. Na parte final paramos para descansar e tirar fotos no primeiro mirante onde podemos apreciar uma vista dos bairros de Santa Bárbara, Remédios e Morro do UHF.

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Em seguida, seguimos em direção ao Focinho da Anta, o ponto mais alto da pedra, a 1.740 metros de altitude. Deste ponto avistamos uma paisagem privilegiada da Serra da Mantiqueira, com vista para São Francisco Xavier, Serra dos Poncianos e o município de São José dos Campos – SP.

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Local: São Francisco Xavier / SP

Pico do Lopo – Extrema

A Serra do Lopo está localizada na Serra da Mantiqueira em Extrema, Minas Gerais. A partir da torre da Embratel e parada na rampa de voo livre seguimos a pé pela crista da serra.

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Caminhando por uma mata preservada chegamos à Pedra do Cabrito, onde pode-se apreciar a grandeza do local e a primeira visão do Pico do Lopo.

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Na sequência chegamos à Pedra das Flores. No inverno há floração do Amarílis, tingindo a pedra de pontos vermelhos num espetáculo de rara beleza.

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Seguindo o caminho, os passos ficam lentos com a subida mais acentuada. O esforço   é recompensado com uma visão 360° de toda a região.

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O Pico do Lopo está a 1.750 metros de altitude e deste ponto podemos avistar a represa do Jaguari e alguns municípios de São Paulo e Minas Gerais.

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Local: Extrema / MG

Trilha das Sete Praias – Ubatuba

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No verão descemos a serra em direção as trilhas no litoral norte de São Paulo. Lugar de praias preservadas, algumas desertas.

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Iniciamos na praia da Lagoinha caminhando em poucos minutos até a praia do Perez. Atravessamos a praia do Bonetinho, passando por uma pequena vila de pescadores, em direção à praia do Bonete.

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Entre morros escondidos na mata, chegamos num mirante que revela a Enseada do Mar Virado. A praia do Cedro é um espetáculo à parte. Com sorte avistamos golfinhos ou tartarugas nadando próximo a praia. Parada obrigatória para banho de mar. A praia Deserta pode ser vista no costão rochoso da praia do Cedro.

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Na etapa final seguimos até a Ponta da Fortaleza, local onde a força da natureza pode ser observada pela magnífica vista do mar oceânico e pela imponência das ondas batendo no costão rochoso. O final aguarda a praia da Fortaleza para um descanso merecido.

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A caminhada é feita na mata atlântica, alternando trechos de areia, rocha e trilha na zona costeira com trechos de subida e descida de morros.

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Local: Ubatuba / SP

Morro do Couto – Parque Nacional de Itatiaia

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Saindo de madrugada seguimos sentido Rio de Janeiro, desviamos na Garganta do Registro e seguimos por mais 17 km em estrada de terra. Este acesso é conhecido como a parte alta do Parque Nacional do Itatiaia. A partir desde ponto a paisagem muda, e conforme subimos as matas darão lugar aos campos rupestres compostos por rochedos e vegetação rasteira.

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Um lugar ímpar de montanhas cuja temperatura no inverno chega abaixo de zero. Os dias ensolarados enganam os menos avisados, pois nesta altitude e frio e vento são constantes. Uma região que já esteve coberta de neve mais de uma vez.

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A partir da portaria do parque seguimos a pé por uma estradinha até o início da trilha. Deste ponto já temos uma bela visão da montanha que nos espera. Em três horas de caminhada e após uma “escalaminhada” final, alcançamos o cume.

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O Morro do Couto está a 2.680 m de altitude com uma extensão de cinco quilômetros. Neste caso o acesso ao topo é pelo lado direito da montanha passando por duas antenas.

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Do topo tem-se uma vista incrível de vários picos do Planalto de Itatiaia. Podemos avistar a Pedra do Altar, Pico das Agulhas Negras, Pico das Prateleiras e Pedra da Tartaruga.

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Local: Parque Nacional de Itatiaia / RJ