
Às vezes, acordo no meio da noite desejando paz. Paz para o mundo, para o meu país e para aqueles que, de alguma maneira, sofrem as consequências de um mundo que parece ter perdido um pouco de sua humanidade.
Em outros momentos, me pergunto se estou cumprindo a missão que me trouxe a esta existência. Sinto que alguns caminhos já foram percorridos, algumas sementes plantadas, mas talvez ainda exista algo a descobrir.
Talvez a cura ancestral comece quando compreendemos melhor nossas raízes. Talvez ser um trabalhador da luz não signifique iluminar grandes caminhos, mas simplesmente não deixar que a escuridão nos torne indiferentes à dor do outro.
E talvez uma nova jornada esteja por começar, embora eu ainda não saiba onde ela vai me levar. Enquanto isso, sigo caminhando.